mruiandre Mário, todavia, Rui, contudo, André

Motas

O número de motas em Lisboa tem aumentado. As motas não exigem tanto espaço de estacionamento e ocupam também menos espaço na estrada, não formando filas de trânsito e permitindo chegar mais rapidamente ao destino. Numa Lisboa onde entram diariamente mais de 370 mil automóveis, a maioria dos quais com uma só pessoa (o condutor), a mota pode ser efectivamente uma solução para o trânsito caótico e para a poluição – até porque as motas são mais baratas, podem ser eléctricas e, mesmo que não o sejam, consomem menos combustível que um carro normal.

Face ao aumento do número de motas na cidade, a Câmara de Lisboa tem vindo a criar estacionamentos próprios para este tipo de veículos, retirando lugares aos automóveis ou aproveitando zonas mortas. Num lugar onde só cabe um carro, é possível caberem até 10 motas, o que representa um uso muito mais eficiente do limitado espaço urbano. Contudo, não há ainda tanta disponibilidade para estacionamento de motas em Lisboa como há para outro tipo de veículos e, à semelhança das bicicletas, os utilizadores procuram alternativas, como o passeio – em zonas mais empresariais da cidade, é possível vermos uma espécie de parques improvisados, em que os motociclistas basicamente alinham as suas motas num espaço pedonal onde estas não perturbem os peões ou perturbem o menos possível.

Para fomentar o uso de parques legais para motas, um motociclista decidiu colocar mãos à obra – ou melhor dizendo, mãos ao código – e desenvolver um mapa online e colaborativo onde se pretende que todos os lugares disponíveis em Lisboa estejam assinalados. Com este mapa, desenvolvido no âmbito de um Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Tiago Peralta espera ver a sua vida facilitada mas também a de todos os outros motociclistas da cidade.

Artigo completo em shifter.pt 🏍

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