mruiandre Mário, todavia, Rui, contudo, André

Novos sinais de trânsito

As cidades caminham para uma era pós-automóvel – com o espaço do carro a ser racionado, novas formas de mobilidade a ganhar protagonismo e uma nova consciencialização para o desenvolvimento de espaço público que priorize as pessoas. Uma parte dos novos sinais de trânsito que passarão a constar no Código da Estrada são um reflexo dessa nova forma de pensar a cidade.

Não são sinais exactamente novos – podemos encontrá-los em zonas de Lisboa, por exemplo –, mas agora, com esta revisão do Código vão ser uniformizados. De qualquer modo, são sinais importantes porque acalmam o trânsito e tornam as ruas mais seguras (só em 2018 morreram 675 pessoas nas estradas portuguesas, mais 12% que no ano anterior; uma calamidade de que pouco se fala).

Um desses “novos” sinais é que assinala Zonas de Coexistência, isto é, espaços onde não existem passadeiras, pois os peões podem andar e atravessar onde quiserem, sendo que os carros têm de circular devagar e com atenção redobrada. Outra “novidade” é o sinal de Zona 30, onde a velocidade máxima permitida é de 30 km/h e que pode surgir em zonas residenciais, áreas com elevada actividade comercial e na proximidade de escolas. Desta revisão de sinais também não ficaram de fora as passagens de velocípedes (vulgo ciclistas) – onde estes têm SEMPRE prioridade, e, por isso, os automóveis têm MESMO de parar e deixar passar (à semelhança das passadeiras de peões).

Artigo no Shifter.

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