mruiandre Mário, todavia, Rui, contudo, André

A nova Feira Popular?

Assim está o gigante parque verde de 20 hectares que deveria existir desde 2018 em Carnide, com a nova Feira Popular de Lisboa em funcionamento. As poucas obras já feitas estão ao abandono: o verde que já existiu desapareceu e as bacias de água artificiais que tinham sido criadas estão secas.

O parque e a respectiva feira tinham sido prometidos em 2015 por Medina, com pompa e circunstância – o anúncio até teve um site e uma hashtag (#afeiravaivoltar). A expectativa era estar tudo pronto em 2018. Houve alguns avanços no início desse ano: todo o espaço foi limpo, foram criados pequenos montes, plantadas zonas verdes e construídas as tais bacias de água.

Mas tudo ficou por aí. No final de 2018, com prazos ultrapassados e concursos públicos por lançar, começou a falar-se no parque para este ano de 2019 e na feira para, o mais tardar, 2021. Agosto de 2019 e está tudo cheio de mato e lixo. Assim se faz política em Lisboa: promete-se, mostram-se imagens bonitas, a comunicação social compra, as pessoas esquecem, a comunicação social esquece-se; vão chegar as eleições e por magia tudo estará pronto. Isto, claro, se aquele mato não arder.

Lisboa, Capital Verde Europeia em 2020. A menos de seis meses, um dos seus maiores parques verde está por construir e o que já tinha sido feito está abandonado.

Peça da Renascença sobre o tema.

mruiandre Mário, todavia, Rui, contudo, André

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