mruiandre Mário Rui André

A rádio nunca vai morrer

No NOS Alive foi criado um palco comédia e no Rock In Rio um para os chamados “influenciadores digitais”. Em Ílhavo há um festival onde uma rádio é o palco, mostrando que esta não é uma coisa para ouvir sozinho no carro e que pode ter um futuro social. Durante três dias, muitas pessoas reuniram-se à volta da Rádio Faneca para ouvir música escolhida pelo Samuel Úria, entrevistas com os artistas que iam tocar no festival ou assistir aos programas de conversa e (des)conversa do Bruno Aleixo. Nem a chuva as afastou.

Há quem agoure que a rádio tem os dias contados, mas a Rádio Faneca prova o contrário. É transmitida online, sem fronteiras, e numa frequência FM, que pode ser sintonizada na zona de Ílhavo. Durante três dias, serve de maestro a todo um festival que se realiza em seu torno, com concertos de Ermo, Tomara ou Manel Cruz, histórias sobre monstros re-interpretadas do arquivo oral em pequenas peças de teatro, ou jogos para brincar em família.

– reportagem Festival Rádio Faneca 2018 @ Shifter

Em Ílhavo, há um festival em ebulição. Gira em torno de uma rádio, que também é um palco e durante 3 dias a melhor rádio do mundo. Reportagem sobre o Festival Rádio Faneca 2018 para ler em shifter.pt.

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Mário Rui André

Co-Fundador e Director Operacional do Shifter