mruiandre Mário Rui André

Uma tarde em Águeda

Gosto muito de sair de Lisboa, conhecer outros territórios e escrever depois sobre eles no Shifter. Desta vez, fui a Águeda, onde o Festim terminava com um concerto de Omar Souleyman – sete anos depois de Paredes de Coura e do início da Guerra da Síria – e onde decorria também o Agit’Águeda. Foi uma tarde bem passada, como poderão perceber pelas fotos e pelo texto.

Municípios como Águeda procuram com este tipo de iniciativas atrair pessoas de fora – são como que um convite para conhecer a aldeia, a vila, a cidade, a região; quem sabe se não ficamos a gostar e com vontade de voltar. De outra forma, que pretexto teríamos para ir a Águeda?

Algumas notas de viagem

Andei bordo de uma das linhas de comboio mais desprezadas em Portugal: a do Vouga. Tão desprezada que é interrompida a meio por um serviço de táxi. Sobre a Linha do Vouga, podem ler esta reportagem do Público.

 

Encontrei uma estação da GIRA… em Águeda. Aagora a sério, as docas da GIRA são feitas pela Órbita, empresa de Águeda, daí serem iguais. Aqui o sistema só tem bicicletas eléctricas, mas não parece estar a funcionar.

Comprei a imprensa regional para perceber o que se passa por Águeda e ajudar na reportagem que vim cá fazer, sobre o Festim.

mruiandre Mário Rui André

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